Pesquisa
05 fevereiro 2005
03 fevereiro 2005
Afinal um simples frango pode ser um Dinossauro!
É verdade!
Uma revelação de estudos bem recentes informa-nos que os Dinossauros podem não estar totalmente extintos. Pode ser estranho mas parece credível.
Não estando presentes as suas características mais evidentes, como é óbvio, estes seres podem ter evoluido para a forma de ave. Ou seja, as simples aves como as conhecemos hoje podem muito bem derivar dos Dinossauros.
Isto tudo remonta a um estudo das características dos seres primitivos, que mostram que alguns já possuiam um tipo de penas e asas, mesmo que pouco desenvolvidas.
Assim, ao comermos um frango, podemos estar a comer uma forma evoluída de um Pterodactyl. Engraçado...
O termo "dinossauro" tem um significado aproximado de "lagarto terrível", significado este que não se adequará, totalmente, aos Dinossauros, visto estes serem geralmente herbívoros, dóceis, e conviverem em conformidade entre eles.
No entanto também existiram os carnívoros, para destoar...
Concluíndo: possivelmente (e muito certamente, talvez), estes gigantescos seres nunca deixaram de habitar a face do nosso planeta sem deixar vestígios da sua passagem. Está provado por fósseis e pegadas descobertas na actualidade. Para além disto, temos ainda as teorias evolucionistas de Charles Darwin, das quais se destaca a selecção natural. Assim, tudo leva a crer que os Dinossauros simplesmente foram evoluindo de forma a facilitar a sua adaptação ao longo dos tempos, e, consequentemente, às várias mudanças de ambiente. Afinal eram animais e também se reproduziam, logo não é muito credível que tenham deixado de existir devido à queda de um meteorito (para mim isto é apenas uma forma de conformismo, visto não haver uma explicação concreta).
Os frangos são Dinossauros, portanto tratem-nos bem. Principal cuidado quando os comerem... não vão eles comer-vos a vós!
Uma revelação de estudos bem recentes informa-nos que os Dinossauros podem não estar totalmente extintos. Pode ser estranho mas parece credível.
Não estando presentes as suas características mais evidentes, como é óbvio, estes seres podem ter evoluido para a forma de ave. Ou seja, as simples aves como as conhecemos hoje podem muito bem derivar dos Dinossauros.
Isto tudo remonta a um estudo das características dos seres primitivos, que mostram que alguns já possuiam um tipo de penas e asas, mesmo que pouco desenvolvidas.
Assim, ao comermos um frango, podemos estar a comer uma forma evoluída de um Pterodactyl. Engraçado...
O termo "dinossauro" tem um significado aproximado de "lagarto terrível", significado este que não se adequará, totalmente, aos Dinossauros, visto estes serem geralmente herbívoros, dóceis, e conviverem em conformidade entre eles.
No entanto também existiram os carnívoros, para destoar...
Concluíndo: possivelmente (e muito certamente, talvez), estes gigantescos seres nunca deixaram de habitar a face do nosso planeta sem deixar vestígios da sua passagem. Está provado por fósseis e pegadas descobertas na actualidade. Para além disto, temos ainda as teorias evolucionistas de Charles Darwin, das quais se destaca a selecção natural. Assim, tudo leva a crer que os Dinossauros simplesmente foram evoluindo de forma a facilitar a sua adaptação ao longo dos tempos, e, consequentemente, às várias mudanças de ambiente. Afinal eram animais e também se reproduziam, logo não é muito credível que tenham deixado de existir devido à queda de um meteorito (para mim isto é apenas uma forma de conformismo, visto não haver uma explicação concreta).
Os frangos são Dinossauros, portanto tratem-nos bem. Principal cuidado quando os comerem... não vão eles comer-vos a vós!
17 janeiro 2005
O "fenómeno" do By out
Citando o grande António Manuel Ribeiro, vocalista/guitarrista/letrista, dos UHF, segue-se a descrição do que é o By out:
Pede-me o senhor Chefe da redacção que faça uma análise ao ano 2004 e eu vou tentar, não sem antes explicar aos caridosos leitores que há uns meses atrás aqui me referi ao fenómeno By out. Depois percebi que não tinha explicado o mesmo. Faço-o agora, juntando as peças do puzzle que a aranha da minha escrita vai tecendo.
By out é um expediente que, desde há uns anos, algumas editoras desenvolveram para promover a venda de um disco: o disco é novo, não pegou nas primeiras vendas, urge colocá-lo em todos os sítios e mostrar com essa exposição que esse é um disco desejado, fenomenal, sucesso de vendas, aposta total e por aí fora. É um truque como outro qualquer: às vezes funciona, outras vezes não. Se funciona o rasto apaga-se; se não funciona, uns meses depois o armazém enche-se de monos e as contas crescem.
E quando não funciona mas o disco sobe no Top e os discos de metal são ganhos? Será que alguém vai devolver depois a prata que é lata, o ouro que é logro, a platina que desafina?
Claro que não. Nunca aconteceu, porque ninguém está interessado e ninguém fiscaliza. Acreditem: há por aí muito boa gente que guarda prémios discográficos com vendas fictícias.
in Blogue-se à força – Nove - Não é para esquecer: é para lembrar, 15.01.05, http://canalmaldito.blogspot.com/
Pede-me o senhor Chefe da redacção que faça uma análise ao ano 2004 e eu vou tentar, não sem antes explicar aos caridosos leitores que há uns meses atrás aqui me referi ao fenómeno By out. Depois percebi que não tinha explicado o mesmo. Faço-o agora, juntando as peças do puzzle que a aranha da minha escrita vai tecendo.
By out é um expediente que, desde há uns anos, algumas editoras desenvolveram para promover a venda de um disco: o disco é novo, não pegou nas primeiras vendas, urge colocá-lo em todos os sítios e mostrar com essa exposição que esse é um disco desejado, fenomenal, sucesso de vendas, aposta total e por aí fora. É um truque como outro qualquer: às vezes funciona, outras vezes não. Se funciona o rasto apaga-se; se não funciona, uns meses depois o armazém enche-se de monos e as contas crescem.
E quando não funciona mas o disco sobe no Top e os discos de metal são ganhos? Será que alguém vai devolver depois a prata que é lata, o ouro que é logro, a platina que desafina?
Claro que não. Nunca aconteceu, porque ninguém está interessado e ninguém fiscaliza. Acreditem: há por aí muito boa gente que guarda prémios discográficos com vendas fictícias.
in Blogue-se à força – Nove - Não é para esquecer: é para lembrar, 15.01.05, http://canalmaldito.blogspot.com/
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