Uma abordagem ao filme de Stanley Kubrick, A larânja mecânica
Uma incursão pelo mundo do cinema com um olhar filosófico.
Uma análise comparativa entre cinema e filosofia.
A larânja mecânica e a problemática do bem e do mal.
Pesquisa
15 março 2010
07 junho 2009
Tempo
E eis que surge um momento em que tudo pára.
As certezas tornam-se incertezas, a razão dissipa-se.
Tudo o que era estático agora move-se.
Um significado já não significa nada significante.
Não existe transmutação porque nada há para transmutar.
Ao redor tudo continua a girar.
Apenas nós parámos. Quem diz nós, diz eu.
Eu que sou um nós de corpo e alma.
Nós parámos, e o resto continua...
Quedo aqui. Fico, e fico...
Agora, tudo foi...
As certezas tornam-se incertezas, a razão dissipa-se.
Tudo o que era estático agora move-se.
Um significado já não significa nada significante.
Não existe transmutação porque nada há para transmutar.
Ao redor tudo continua a girar.
Apenas nós parámos. Quem diz nós, diz eu.
Eu que sou um nós de corpo e alma.
Nós parámos, e o resto continua...
Quedo aqui. Fico, e fico...
Agora, tudo foi...
05 junho 2009
“A música não deve ser praticada por um único tipo de benefício que dela possa resultar, mas para usos múltiplos, pois pode servir para a educação, para a catarse e, em terceiro lugar, para o repouso, o alívio da alma (...). Disso resulta que é preciso fazer uso de todas as harmonias, mas não de todas no mesmo modo (...).”
Aristóteles, Política (VIII, 7, 1341 b)
Aristóteles, Política (VIII, 7, 1341 b)
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