"O prelado, encarregado oficialmente de guardar a pureza da doutrina, descreve o rock como «expressão de paixões elementares que, nos grandes concertos musicais, assumiu carácter de culto, ou melhor de contra-culto que se opõe ao culto cristão».
Acusa o rock de querer falsamente «libertar o homem por um fenómeno de massa, perturbando os espíritos pelo ritmo, o barulho e os efeitos luminosos».
Quanto à música pop, «ela já não é mais apoiada pelo povo». «Trata-se na minha opinião, de um fenómeno de massa, de uma música produzida com métodos e a uma escala industrial e que se pode qualificar desde já de culto da banalidade», afirma.
O prelado acusa ainda a música de ópera de ter «corroído o sagrado» no século passado e cita a esse propósito o papa Pio X que, no início do século, «tentou afastar a música de ópera da liturgia»."
Apenas dois comentários:
1º - Felizmente que a condição de Papa não dá o direito de modificar/criar leis;
2º - A religião, com este novo Papa, volta a tornar-se um centro de fanatismo que tem como objectivo obrigar todos os crentes a acreditar simplesmente nas explicações religiosas negando tudo o resto.
Pesquisa
20 abril 2005
13 abril 2005
Há rock no cais: uma crítica
Pois é, finalmente já saiu.
Depois da primeira data anúnciada (14 de Março), e devido "às negociações com duas distribuidoras que se disponibilizaram a licenciar 'Há Rock No Cais'", o rock finalmente chegou, a 11 de Abril, ao "cais".
Depois de La Pop End Rock a meta dos UHF encontrava-se elevada. Criar um sucessor digno da ópera rock não seria fácil, mas os UHF fizeram-no ao seu melhor estilo. Um albúm que marca certamente o regresso às origens da banda de Almada, liderada por António Manuel Ribeiro. O rock nú e cru, ao velho estilo de "À flor da pele", está de volta numa altura em que o rock português comemora 25 anos, depois dos êxitos "Chico Fininho" e "Cavalos de corrida".
Canções "formato música de 3 minutos" que são como um "soco", como disse AMR na ante-estreia do albúm, com uma lírica ao estilo de AMR: marcante, forte e com muito sentimento.
Numa altura em que os UHF não têm (ou tinham), certamente, a mesma popularidade de início de carreira, caindo por vezes em esquecimento, ou desconhecimento nos casos de gerações recentes, junto das multidões, "Há rock no cais" é uma lufada de ar fresco, que poderá catapultar de novo a banda para os tops nacionais, e dar ao rock português o "empurrão" de que estava a precisar mas que as bandas mais recentes não eram capazes de dar sem uma pequena ajuda.
Esperamos assim que o nosso bom rock tenha ainda muitas palavras a dizer, e que este albúm seja o início de uma nova fase.
Depois da primeira data anúnciada (14 de Março), e devido "às negociações com duas distribuidoras que se disponibilizaram a licenciar 'Há Rock No Cais'", o rock finalmente chegou, a 11 de Abril, ao "cais".
Depois de La Pop End Rock a meta dos UHF encontrava-se elevada. Criar um sucessor digno da ópera rock não seria fácil, mas os UHF fizeram-no ao seu melhor estilo. Um albúm que marca certamente o regresso às origens da banda de Almada, liderada por António Manuel Ribeiro. O rock nú e cru, ao velho estilo de "À flor da pele", está de volta numa altura em que o rock português comemora 25 anos, depois dos êxitos "Chico Fininho" e "Cavalos de corrida".
Canções "formato música de 3 minutos" que são como um "soco", como disse AMR na ante-estreia do albúm, com uma lírica ao estilo de AMR: marcante, forte e com muito sentimento.
Numa altura em que os UHF não têm (ou tinham), certamente, a mesma popularidade de início de carreira, caindo por vezes em esquecimento, ou desconhecimento nos casos de gerações recentes, junto das multidões, "Há rock no cais" é uma lufada de ar fresco, que poderá catapultar de novo a banda para os tops nacionais, e dar ao rock português o "empurrão" de que estava a precisar mas que as bandas mais recentes não eram capazes de dar sem uma pequena ajuda.
Esperamos assim que o nosso bom rock tenha ainda muitas palavras a dizer, e que este albúm seja o início de uma nova fase.
Mais Blogues
Dois blogues que descobri através do blogue Canal Maldito:
Rock em Portugal
Metal Incandescente
O primeiro é virado para a história do rock português. Com capas de albúns e algumas histórias interessantes, indispensável aos fãs do rock que por cá se faz.
O segundo, e tal como o nome indica, é um blogue sobre Metal. Notícias, informações, crónicas, tudo relacionado com metal.
Rock em Portugal
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O primeiro é virado para a história do rock português. Com capas de albúns e algumas histórias interessantes, indispensável aos fãs do rock que por cá se faz.
O segundo, e tal como o nome indica, é um blogue sobre Metal. Notícias, informações, crónicas, tudo relacionado com metal.
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